Enquanto o Castanhal fez grandes ajustes no Modelão para receber o Paysandu em casa e com torcida aurinegra, o Independente tomou outro caminho para a partida contra o Remo. Em busca de uma renda que pode ser importante e com o Navegantão passando por obras, a equipe de Tucuruí levou o jogo para o Mangueirão, com aval inicial da Federação – e protestos do Águia. Efetivamente, o Remo jogaria em casa uma partida como visitante. Guilherme Guerreiro dá seus pitacos sobre o assunto, mas quer saber também a sua opinião. Afinal, é para ser um bate-papo seu com o Guerreirão ou não é? Confere aqui, vai:


    • Lembre-se que você tem dois encontros marcados com o Guerra toda semana, aqui no NesF. Em caráter especial, o “chefe” pode aparecer a qualquer momento com seus pitacos, mas as terças e os sábados são 100% dele. Futebol paraense, futebol brasileiro, até mesmo comentários culturais e muito mais. É o que você pode esperar do Guerreirão. Vem com a gente!

2 COMENTÁRIOS

  1. Ora, bem simples de entender. Contra o Remo, os clubes fazem de tudo para vir a Belém e aproveitar o saldo de sua gigante torcida. Independente fez isso e o outro está na fila. Já contra o Paysandu, que não dá muita gente mesmo, melhor jogar em casa.

  2. O regulamento da FPF deveria vetar esse procedimento; seja inversão ou circunstância, pois sempre haverão outros interesses em jogo. Clube que não apresenta estádio habilitado, em sua cidade base, sequer poderia ser inscrito na competição.
    O próprio Governo do Estado deveria exigir da FPF que a interiorização do futebol profissional seja uma premissa para manutenção do patrocínio estatal.

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